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 VINTE E TRÊS ANOS... E TUDO IGUAL

ocaso Daí uns dias a briga fratricida faz “bodas de prata”...

Vinte e três anos de faz decreto, tira decreto; faz lei, tira lei; faz promessa, tira promessa; faz justiça, tira justiça; e nada, absolutamente nada muda para melhor...

Somente uma coisa parece ser imutável: o descaso com o Departamento de Identificação e o desrespeito com seu quadro de servidores.

Ousamos afirmar que se trata do mais longo caso de assédio contra integrantes de um cargo na história do Serviço Público. Pede-se para trabalhar, enquanto o crime toma conta de tudo; propõem-se soluções, enquanto o abandono deteriora o já minguado ânimo; apresenta-se respeito mútuo, enquanto fazem ouvidos moucos.

Assemelha-se a uma história macabra assistir a tudo isso durante tanto tempo, sem que apareça viva alma para colocar ordem na “casa”, afirmando: cada setor tem seu valor, tem sua importância para a sociedade nos seus afazeres e deve ser respeitado. Quem não estiver satisfeito que se mude!

Situação deprimente... Inconcebível participar de um circo macabro como este, tentando se livrar de todas as formas e caminhar para a frente, ainda levando a pecha de radicais, ao passo que o desinteresse de uns e os ataques de outros empurram para trás.

Ter que se submeter a discussões pueris, de somenos valor, enquanto ninguém tem mínima coragem e hombridade para dar fim a um descalabro deste. E têm obrigação porque estão no topo da cadeia, e são os que podem colocar direção e fim. Na verdade, esses é que parecem compor uma espécie de radicais estranhos.

O desânimo faz parte da rotina diária de todos no Departamento. Paralelamente, a revolta com nosso permanente massacre tem sido motivo de algo que parece não ter um paradeiro, sendo inexplicável e absolutamente injusto o que passamos na luta por nossos direitos elementares.

Não há um de nós que queira mais permanecer no Departamento. Olhamos para aquele prédio com tristeza... como se fosse uma construção que vai para o abismo na iminência do ocaso.

Essa é a “segurança” de um cargo centenário... 

 

COMUNICADO PÚBLICO

A BEM DA VERDADE

 

Não há qualquer procedência na informação prestada por peritos criminais capixabas no site século diário, pretendendo transformar em verdades ilações próprias do sectarismo característico daqueles que não querem a modernização da perícia oficial, mas apenas de seus setores.

A perícia é composta de três Departamentos distintos: de criminalística, de medicina legal e de identificação. Todos três lastreiam inquéritos e processos judiciais com as provas que produzem. O que não há é respeito do Departamento de Criminalística, e hoje em dia do Médico Legal, pelo Departamento de Identificação.

Não é de hoje que fomentam a desvalorização do Departamento de Identificação e de seu corpo de peritos oficiais por todo o Brasil, já tendo passado da hora medidas serem adotadas para salvaguardar os interesses da população.

Todas as atribuições contidas no Decreto 3753-R são atinentes à identificação humana, sendo desnecessário traduzir que são precípuas e privativas do Departamento de Identificação. O nome parece que já diz tudo: Departamento de Identificação. A revogação do Decreto foi um absurdo sem precedentes contra um cargo com mais de cem anos de serviços prestados ao povo capixaba.

Todos os laudos periciais do Departamento de Identificação possuem validade jurídica reconhecida há mais de cem anos, inclusive pela mais alta corte de justiça do país – o STF, que se utiliza dos laudos da categoria há mais de cinqüenta anos para fundamentar suas decisões.

O “Departamento de Criminalística possui Seção de Perícia em Imagens e voz”, mas não possuem condição de chegar à cabal identificação dos cidadãos e de criminosos porque não são peritos da área e nem sequer têm bancos de dados para dirimir essas questões. Se conseguirem chegar à identidade de alguém por meio de alguma perícia nessas imagens sem dependerem da Identificação, renunciaremos às atribuições. O que de fato parecem querer é tomar para si atribuições que têm ciência pertencerem a outrem, o que atravanca a presteza na elucidação desse tipo de crime por mero corporativismo.

Quanto ao DML, é notório que a quase totalidade das perícias em identificação realizadas naquele órgão são feitas pelos peritos do Departamento de Identificação por meio da perícia necropapiloscópica. Somando-se as demais que lá são realizadas (antropologia médico legal e odontologia legal) em cem anos não realizam o mesmo tanto de perícias que o Departamento de Identificação realiza em um mês, no ramo.

No que tange à frase “às imagens de câmeras de videomonitoramento, o Departamento de Criminalística possui Seção de Perícia em Imagens e Voz”, informamos que não possuem condições de chegar à cabal identidade tanto de vítimas quanto de criminosos. Não é sua função; mais se assemelhando a um sentimento estranho incontido tanto ataque sem explicação.

O que ocorre de fato com esse desrespeito absurdo é uma ofensa ao princípio da eficiência e à busca célere, eficaz e precisa da autoria dos crimes.

A estrutura da medicina legal e da perícia criminal é distinta da estrutura da Identificação. Não se misturam porque são específicas da cada órgão da perícia. Portanto, a confusão criada é típica daqueles que não aceitam a evolução de setores da perícia que não sejam apenas os seus.

Inexplicável para a sociedade assistir a tentativas de rebaixamento da identificação num estado com índices de criminalidade alarmantes. Sabem perfeitamente bem que redunda em impunidade e que corporativismos incongruentes não podem se sobrepor aos interesses da população.

O governo, mais uma vez com informações deturpadas e que não traduzem a realidade, foi induzido a erro, tendo ouvido apenas um dos lados.

Respeitem os iguais!

 

greve di

Enquanto divulgam índices de criminalidade absolutamente inverídicos e demonstram que a segurança capixaba é realmente um caos, somos pegos de surpresa com a revogação de decretos que retiram direitos dos peritos papiloscópicos.

E retiram de forma vil, depois de amplamente discutidos e debatidos um a um, como se o Departamento de Identificação fosse um lixo e seus integrantes meros panacas sem direito algum.

É melhor fechar de uma vez as portas e acabar com sofrimentos a conta-gotas, com esmagamento diário da categoria. Uma agressão absurdamente desgraçada e nem sequer ouvem o outro lado. Já saem atropelando como se fôssemos escória boçal.

É preciso mostrar brios, vontade de rebater uma desgraça dessa, tramada dentro da própria PC. A chefe da PC demonstrou que possui um lado, e esse lado é de massacre dos peritos papiloscópicos.

Ou a categoria para tudo, se retira de todos os locais e se planta na porta do governador, ou sucumbe como verme de algozes que não respeitam minimamente seus direitos. E não adianta imaginar que a PC estará preocupada com o cargo porque já deram mais do que mostras que não estão nem aí.

E não adianta conversar com quem pensa que o Departamento de Identificação é um zero à esquerda. Nunca respeitaram seus mínimos direitos e não será agora que o farão. Só enrolo.

Ou se toma vergonha na cara e se reage à altura contra essa desgraça, ou esqueçam e morram infelizes, sendo motivo de chacota perpétua!

Atualização: A Chefe da PC informou que não teve conhecimento tanto da publicação do Decreto enquanto era Superintendente, como da revogação ocorrida enquanto Chefe da PC. 

 
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