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Suspeito de homicídio e procurado pela Interpol é preso na Serra, ES

Segundo polícia, crime teria ocorrido há 15 anos no estado.
Após isso, ele teria fugido para Portugal, onde permaneceu até voltar. 

falsidade2704 Um homem de 40 anos que era procurado Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) foi preso nesta segunda-feira (27) na Serra, Grande Vitória. De acordo com a polícia, ele é suspeito de um homicídio ocorrido há 15 anos no Brasil. Após o crime, ele fugiu para Portugal.

Segundo o delegado Márcio Lucas, o homem utilizava documentos originais com informações falsas que, para a polícia, podem ter sido emitidos a partir de uma certidão de nascimento falsa. Foi dessa maneira ele conseguiu se manter foragido.

 Saiba mais
  • Detido por furto a banco no ES agia no Norte do país, diz delegado (outro caso, também com documento falso)
  • Ainda de acordo com o delegado, ele era procurado pela Interpol justamente por conta desses documentos. "Foi um conflito no passaporte que ele tirou com elementos de identificação que não condiziam. Ele estava sendo procurado, mas sem sucesso", explicou.

    Márcio Lucas também explicou que após passar anos no exterior, ele voltou para o país em "decorrência do homicídio que ele tem aqui no Brasil". Ainda não há informações sobre quando ele chegou ao estado.

    "Ele já vinha sendo procurado por algumas informações que o nosso serviço de inteligência tinha em conjunto coma Superintendência de Polícia Prisional. E a gente sabia que ele tinha um mandado de prisão em aberto e, consequentemente, hoje conseguimos fazer o cumprimento desse mandado".

    O suspeito foi detido e encaminhado para o Centro de Triagem de Viana, na Grande Vitória.

    * Com informações de Leandro tedesco, da TV Gazeta (Fonte: leia aqui)

    OBS: A Appes tem denunciado esta situação escabrosa, diariamente. E o Departamento de Identificação continua sem peritos, sem concurso, sem informatização e sem investimentos mínimos. A ainda atropelam a autonomia da categoria com determinações fora da lei, impedindo que as pesquisas obrigatórias sejam feitas antes da emissão do documento de identidade.

    Não se tem a menor dúvida: o Estado do ES é um dos maiores fomentadores das fraudes e falsidades documentais da história criminal. 

    Está aqui, público. Que atitude vai ser tomada? A população precisa saber! Só não vale arrumar outro processo contra os representantes da Appes porque isso não diminui os crimes e nem atinge os fomentadores da criminalidade!

     

    reflexaoposentadoria1

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    gatinho

     Os peritos papiloscópicos ficam de fato sem entender qual a “coerência” que “existe” no tratamento dado a setores equivalentes da PC.

    Na penúltima passagem do atual Superintendente, foi criado um mutirão para colocar em dia 7.000 (sete mil) laudos atrasados, num determinado setor. O mesmo Superintendente retornou ao cargo recentemente e criou um novo mutirão para colocar cerca de 8.300 (oito mil e trezentos) laudos atrasados no mesmo setor.

    Ao longo do período antes do retorno do Superintendente, o número de servidores foi dobrado pela administração da PC, e o número de laudos atrasados aumentou mais ainda, considerada mantida a média de requerimentos, em vez de diminuir.

    Já no Departamento de Identificação, por causa de cerca de 500 (quinhentos) laudos atrasados num setor, foi feita um “correição” estranha, mantida a sete chaves, passando por cima da legislação que preceitua as atribuições desse setor e da mínima autonomia dos peritos papiloscópicos, adotando-se dois pesos e duas medidas que só enganam a incautos. Ou seja: para um lado, tiros de canhões; para outro, festins serelepes.

    Segundo os comentários gerais, inclusive, quem deveria ser ouvido para explicar claramente o que vem ocorrendo não foi ouvido, em outro movimento pra lá de estranho, haja vista que o dia a dia dos setores tem gente responsável e legalmente incumbida para esclarecer.

    A verdade é uma só: a pecha de radicais não está mais cabendo nas cabeças em que permanentemente é lançada.  Mas o tratamento estranho, fora da legislação e anti-isonômico continua de vento em popa.

    Só pra registrar.

     

    Reclamação (jornal "A Gazeta")

    a gazeta esVocês fizeram hoje (24/04) uma matéria a respeito da perícia criminal capixaba e da impunidade. Entretanto, mais uma vez deixaram de fora o Departamento de Identificação, que é parte primordial para a resolução dos crimes e a identificação dos criminosos, além de também integrar a perícia.

    O subtítulo da matéria diz: "Sem apuração técnica, a identificação de criminosos fica mais difícil...". Afirmamos aqui publicamente para vocês de "A Gazeta": o sucateamento do Departamento de Identificação deixa a apuração de crimes e a identificação de criminosos IMPOSSÍVEL.

    Solicitamos desse renomado meio de comunicação, em nome dos peritos do Departamento de Identificação, que reparem esse permanente "equívoco", analisando nas matérias sobre a perícia, imparcialmente, todos os setores que a compõem. Porque se o objetivo da matéria é tratar da impunidade, deixar de fora o setor que é um dos mais importantes para combatê-la, só escamoteia a impunidade.

    A perícia necropapiloscópica (a que identifica mais de 90% dos corpos que dão entrada no DML) está absolutamente sucateada; o Estado do ES é um dos poucos em que o setor não se encontra informatizado; a equipe independente de perícia do Departamento em crimes contra o patrimônio foi desmontada; o cargo de perito papiloscópico é o mais defasado da perícia; pessoas estranhas aos quadros da categoria são responsáveis pela colocação de dados no sistema, causando todo tipo de fraudes; os cidadãos obtêm suas identidades sem confronto de suas impressões digitais para garantir a unicidade, transformando o Departamento no maior causador das fraudes documentais; a perícia prosopográfica (imagens) só existe no papel; o laboratório do Departamento não tem materiais para as perícias e são comprados pelos próprios peritos para não parar de vez; o sistema criminal está praticamente parado, causando uma impunidade sem precedentes; o sistema afis da PF está parado; perícias de locais de crimes não podem ser concluídas porque o sistema informatizado de reconhecimento de impressões não existe (é tudo manual); etc.

    A sociedade precisa conhecer melhor o assunto e ser informada de forma melhor contextualizada. Solicitamos essa gentileza de "A Gazeta" nas matérias sobre o tema, se o objetivo de fato é combater a impunidade. 

     
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