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VINTE E TRÊS ANOS… E TUDO IGUAL

Daí uns dias a briga fratricida faz “bodas de prata”…

Vinte e três anos de faz decreto, tira decreto; faz lei, tira lei; faz promessa, tira promessa; faz justiça, tira justiça; e nada, absolutamente nada muda para melhor…

Somente uma coisa parece ser imutável: o descaso com o Departamento de Identificação e o desrespeito com seu quadro de servidores.

Ousamos afirmar que se trata do mais longo caso de assédio contra integrantes de um cargo na história do Serviço Público. Pede-se para trabalhar, enquanto o crime toma conta de tudo; propõem-se soluções, enquanto o abandono deteriora o já minguado ânimo; apresenta-se respeito mútuo, enquanto fazem ouvidos moucos.

Assemelha-se a uma história macabra assistir a tudo isso durante tanto tempo, sem que apareça viva alma para colocar ordem na “casa”, afirmando: cada setor tem seu valor, tem sua importância para a sociedade nos seus afazeres e deve ser respeitado. Quem não estiver satisfeito que se mude!

Situação deprimente… Inconcebível participar de um circo macabro como este, tentando se livrar de todas as formas e caminhar para a frente, ainda levando a pecha de radicais, ao passo que o desinteresse de uns e os ataques de outros empurram para trás.

Ter que se submeter a discussões pueris, de somenos valor, enquanto ninguém tem mínima coragem e hombridade para dar fim a um descalabro deste. E têm obrigação porque estão no topo da cadeia, e são os que podem colocar direção e fim. Na verdade, esses é que parecem compor uma espécie de radicais estranhos.

O desânimo faz parte da rotina diária de todos no Departamento. Paralelamente, a revolta com nosso permanente massacre tem sido motivo de algo que parece não ter um paradeiro, sendo inexplicável e absolutamente injusto o que passamos na luta por nossos direitos elementares.

Não há um de nós que queira mais permanecer no Departamento. Olhamos para aquele prédio com tristeza… como se fosse uma construção que vai para o abismo na iminência do ocaso.

Essa é a “segurança” de um cargo centenário…

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